Outras nádegas

 

sexta-feira, setembro 29, 2006

Curta e grossa.



**** Tudo bem, sem que ando utilizando uma linguagem tosca e feia mas prometo, daqui pra frente tudo vai ser diferente. (Ui)


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quarta-feira, setembro 27, 2006

“gugala deixou um novo comentário sobre a sua postagem "9/22/2006 08:25:00 PM": isso é bom ou ruim?”

Eu não sou boa companhia não. Isso é ruim. Estou de pernas peludas, cabelos desgrenhados, sobrancelhas enormes e sonhando com meu gerente. Isso é péssimo. Rodeada de livros. Isso é péssimo também. E não é pra ficar inteligente não, é para entender pelo menos o mais simples. Estou cansada. Sensação de falta de ar. Essa cidade me dá falta de ar. E ainda tenho um recado que infelizmente todos vão ter que ler mas é mesmo inevitável.
Edu, teu e-mail não aceita pornografia não? Porque eu já te mandei um milhão de e-mails e todos voltam. Mandei para os dois tá. E mandei do Hot, do Ya e do profi. E depois não vem falar que eu não te contei as putarias.
BEIJO.
Para todos os efeitos, eu não presto.

E se alguém me mandar um e-mail me dizendo todo triste se esse texto de baixo é sobre mim juro que esgano.

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Lembra-se muito bem de quando tinha uma inveja daqueles que sentiam a garganta se fechar enquanto ouviam músicas tristes. Lindas aquelas mulheres nuas e bêbadas se lambuzando em misérias. Narizes arrebitados, consciente de suas dores, mantém um orgulho inabalável. E sem ser precoce correu contra o tempo para chegar lá e ser. Conheceu o rock mais tarde que todos os meninos e meninas. Nem parecia jovem. Mp3, computadores, internet, desconhecidos. Daí por diante o olhar de desdém era constante. E aprendeu a desenvoltura dos jovens, a sem vergonhice das meninas e a experiência dos velhos sem a chatice de ser. E como correu. E agora ainda jovem anda velha. E lamenta profundamente a vagabundagem na hora certa, o rap, o rock, os beijinhos e mão boba. O que não teve. Não fez. E mesmo jovem seu ódio parece mais adolescente e sente raiva por não acreditarem ser tudo genuíno. A depressão, o bater de portas, o fechar da garganta enquanto ouve músicas, e agora é qualquer uma mesmo. O nojo que sente das ruas e a falta de mendigos por todos os lados. A sujeira do centro das capitais, cadê? E andando mais a frente vê tudo muito bem escondido. E sua maior decepção é saber que não existem palhaços, doidos de pedra, loucas rasgadas e putas por profissão. Só mocinhas de família, casais de 50 anos, e as outras, aquelas bêbadas e nuas que já nem acreditam mesmo no que pensavam acreditar. Os “alternativos” são mais alternativas de puritanismo e como são bestiais, ignorantes discutindo filosofia em mesa de bar, bem ali, no bairro nobre da cidade. Sente raiva e lamenta não ter feito nada, não ter sido criança e passar por todas essas fases de gente. Criança, adolescente mimada, jovem, punk, hippie, inconseqüente, adulta e aí rir de tudo e lembrar saudosamente quando perder os sentidos. Acreditava em um momento só da vida e pensava que todos acreditavam também. Investiu tudo e então os boys viram pais de família. Sente inveja das convicções de todos, da certeza do futuro, dos estudos constantes e lamenta não saber muito qualquer coisa. E sente raiva daqueles que se submetem a qualquer sofrimento por qualquer costume. E aquelas pessoas que choravam ouvindo o dedilhar no violão não choravam agora como ela chora. É genuíno e mesmo assim pensam ser manha e não acreditam. E fizeram ela querer ter as bochechas rosadas e o cheiro de xampu por tempo indeterminado nos cabelos. Querer ser esposissíma e cuidar das crianças.


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sexta-feira, setembro 22, 2006

ATARANTADA!!!


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terça-feira, setembro 12, 2006

Vi Emma Thompson em Uma Lição de Vida. Eram três da manhã e eu soluçava de tanto chorar vendo o filme. Vi 3 vezes. Duas vezes legendado e uma vez dublado. Um filme em que perde-se pouco na versão dublada, mas quando a personagem vivida por Emma recita um poema de John Donne percebe-se nitidamente a diferença de sentido entre a tradução da legenda e a da dublagem. Dá uma certa confusão. Claro que ninguém vê um filme 3 vezes seguidas alternando legendado-dublado-legendado, mas na dublagem o poema dá como certa a vida eterna após a morte, afirma ser verdade a ídeia de salvação que nutrimos, já na legenda permanece a dúvida. Vida, Morte e Vida Eterna (?). Isso me fez pensar. Eu que não sei nenhuma língua estrangeira e nem a minha própria ando lendo mentiras por aí ou simples interpretações. Se bem que legendas não é propriamente uma tradução... bem, vou procurar o livro.

(Na Biblioteca Pública só tem em inglês)

(Eu já paguei multa por quebra de contrato 3 vezes por desistir de cursinhos de inglês, te juro)

Vi Kinsey, Vamos falar de Sexo. O que eu achei? Doido.

Quero um layout novo!!!!!!!!!!!!!!!!


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segunda-feira, setembro 11, 2006

Largo


Ela me diz estou bem ao mesmo tempo em que me conta um sonho seu. Existe um quarto com portas brancas, duas. Nelas uma fechadura roxa, lilás. Tem desenhos chineses tatuados, uma espécie de relíquia universal, seu sonho e seu querer. E na minha frente come uma tigela de brigadeiros, dois quilos e magérrima me intriga. E branca, doente e cabelos ralos. Me intriga. E me diz estou bem ao mesmo tempo em que rabisca seu caderninho de recados. Um enorme pênis de tubarão e dezenas de vaginas ao lado. Vaginas de gente. E me confunde, não sei qual a parceira de um tubarão e como será seu sexo. Pensar em perguntar me amedronta, me emudeço por garantia de novas loucuras e se talvez fosse eu? Forro é o título, do desenho. Meu forro. Um meu espremido na beirada e olha distraída o teto. Não vês? Meu forro. E um segundo depois falamos sobre seu desejo que ele tenha outra, dizendo não querer ter outro mas doida que ele tenha. E dizendo amá-lo. Eu péssima admiradora de gente, penso. O contrário, totalmente o contrário. E rapidamente falamos sobre o tempo. Ultimamente vem dela uma forte necessidade de falar sobre isso. Não filosofia, metafísica, poesia, similares. Meteorologia.

No título mais fotos iguais. Diferentes. Horríveis. Espaçosas. Gordas.

Alguém me ensina como colocar meu flickr aqui do ladinho? Assim como a Cris faz sabe.

Quero um layout novo, assim, minha cara. Alguém? Não? Está bem.


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quarta-feira, setembro 06, 2006

Mamãe


Ontem foi o aniversário dela e eu escrevi um post super meloso e depois achei super ridículo também. Bem eu não preciso dizer muita coisa, eu sou moça de família, eles se metem na minha vida um monte e eu adoro tanto quanto odeio. Mamãe me deixa solta só pra eu não me sentir culpada quando voltar e pedir ajuda. Até eu resolver colocar uma chave na minha fechadura ela me acordava com um beijo todos os dias. Vai passando o tempo e a gente esquece que gosta disso. Mas mamãe ainda penteia meus cabelos, principalmente os penteados no alto da cabeça, que eu confesso, tenho uma imensa dificuldade. Ainda observa minhas unhas, faz massagem na minha mão, diz que me ama. As vezes eu a tiro do sufoco ($), as vezes é a vez dela. Ontem comprei um bolo e acordei a mocinha para um parabéns. Perguntei se ela sabe que é a pessoa que eu mais admiro nesse mundo e também a que eu mais amo. Disse pra ela também que se hoje a gente passa por momentos ruins ($) não quer dizer que sejamos infeluzes. Perguntei se ela estava e ela me relembrou um momento nosso. Foi no meu aniversário de 18 anos, tinha um bolo de fubá no forno e pela manhã fui surpreendida por um sonoro parabéns. A velhinha era um palito de fósforo, mamãe e uma amiga cantavam. Eu chorei de alegria assim como mamãe chorou ontem. Mamãe não me criou obstinada e vou te confessar isso é o que mais amo nela. Não me faz me sentir mal ou culpada por sair fora das suas "regras". Ela me acha linda se ponho uma mini e linda se ponho uma calça. Me respeita mais do que ninguém e muda de opnião por minha causa o tempo inteiro. Mamãe me ama. E mamãe tem um sonho, quer sua história em livro.


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segunda-feira, setembro 04, 2006

Inacreditável

Recebi um e-mail de um certo Carlos - era o que indicava o endereço.
Tinha somente uma frase. "Pelo que você escreve, percebe-se logo tratar-se mesmo de uma vadia". Primeiro quero dizer que se você quiser ofender alguém deve saber se a pessoa atingida qualifica seu comentário como ofensa ou elogio. Eu nunca disse nada sobre mim que qualificasse tal adjetivo como bom ou ruim, portanto não consigo chegar a nenhuma conclusão. Vai saber se o tal Carlos quis me elogiar, me ofender, ou ainda, me comer.
Segundo quero dizer que eu acho que eu conheço essa peste. E se trata de um playboy criado com vó que com 32 anos ainda recebe mesada do papai. Nada contra os riquinhos, deus que me livre. Mas eu assumo, é como o Galvão sempre diz, pior que pobre recalcada ainda há de se inventar, e eu sou.
Terceiro quero dizer que se o moço considera como vadia mulheres que adoram gozar só posso dizer "formou". Agora se o cara tá falando de mulheres que tem uma vida sexual ativa só posso dizer "quem me dera" e nessas ele deve incluir as casadas também, vai saber. Se são mulheres que cobram, bem, dá uma passadinha pela visconde de guarapuava, a marechal floriano peixoto, a visconde nácar, o dannys bar, o night club e dá uma olhadinha se eu estou por lá, se estiver juro que cobro bem caro pra te dar uma boa surra.
E posso te indicar bons blogs de putaria, tipo o das meninas do Verbeat ou o da Valentina (coloquei um link recentemente). Lá você vai ler palavras do tipo, traseiro, bolinar e coisa e tal. isso sim é putaria e eu não sou tão boa assim.
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Eu escrevi este texto da Rebeca antes de ler esse maldito e-mail e estava quase desistindo de postar mas mudei de idéia. Se o cara só vê sacanagem em uma história como essa precisa ir correndo se tratar.

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também não ia contar o que me aconteceu sexta a noite enquanto voltava da faculdade mas foi hilário e eu quero contar.

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Estava eu voltando da Faculdade. Não era tarde não. Assisti uma aula e fui para casa. Desci do ônibus por volta das 9 da noite. Do ponto até em casa dá umas 5 quadras.
Ouvi uma bicicleta vindo atrás de mim e fui mais pro canto. Tomei um susto quando o cara passou do meu lado e me lascou um tapa na bunda. Soltei um "filho da puta" bem baixinho e continuei andando. Fazer o quê né. Isso me fez lembrar de duas histórias. Uma contada pelo Edu, uma situação que ele passou dentro do ônibus. Outra contada pelo Do no blog dele, uma situação parecidíssima com a que me aconteceu, também na rua. Eu poderia não contar e aí talvez não pensariam nada sobre mim. Mas EU quis.


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Rebeca

Rebeca estava pronta. Tomara que caia preto, colado. Levantou os seios fartos, ajeitou a micro saia branca. Apoiou a perna no vaso sanitário e fechou a sandália. Uma de cada vez. Passou a mão nas pernas de cima para baixo até as nádegas e sentiu se a depilação estava em dia. Nunca estava. Curvou-se inteira para trás e alcançou o aparelho de depilação. Passou em cada perna. Levantou a saia e deu uma olhada na virilha. Precisava de uma depiladinha básica. Afastou a calcinha e passou o aparelho em volta. Sentiu o corpo estremecer e deixou um pouquinho mais. “Os maridos não imaginam a utilidade de um aparelhinho como esse para as dondoquinhas entediadas”. Achou graça. Desceu a saia e voltou-se para o espelho. Mais um pouquinho de batom. Ouviu a campainha. Havia combinado às duas horas. Faltavam dois minutos. Ele nunca se atrasava. Pegou a bolsa e saiu. Fechou o portão e entrou no carro. Carlos vestia jeans, camisa pólo preta e óculos de lentes pequenininhas. Nos pés, tênis. Recebeu um beijo na testa e observou seu conhecido gesto depois do comprimento. Colocar o rádio na estação de jazz. Fazia sol e quando o carro entrou em movimento sorriu com satisfação por ter amarrado os cabelos no alto. Ventava muito. Fechou os olhos tentando imaginar o que seria hoje. Carlos dirigia para fora da cidade. “Dê um sorriso para mim”. Era sempre o mesmo pedido. Carlos achava Rebeca triste. Sempre. Dizia que ela devia tentar superar as coisas sem esconder os fatos. Sem guardar para si e fingir que nada daquilo tinha mesmo a ver com ela. O ex-marido de Rebeca havia tomado a guarda do seu filho Gui depois de descobrir a doença. “Ainda bem que tudo aconteceu depois que me separei e tive o Gui”. Rebeca estava com aids e a vida boêmia parecia ser curta. Carlos não entendia que ela não ligava mesmo. Estava com vinte e cinco anos e tinha um filho que a chamava de mamãe e beijava seu rosto sempre que podia. Gui sabia da doença da mãe. A psicóloga tinha explicado tudo para o pequeno. “Mamãe está machucada?” ele sempre perguntava quando a via. “Não, mamãe não está meu amor” e ele corria para um abraço. Olhou pela janela. Estava um lindo dia. Bom para caminhar descalça. Carlos parou em frente a um motel de beira de estrada. Lindo. A construção ficava escondida, atrás de árvores imensas e ipês rosa, amarelo e branco. Naquela época do ano o chão estava coberto de flores caídas. Caminharam sobre as flores até a recepção. Rebeca permaneceu distante enquanto Carlos conversava com o recepcionista. Viu pegar a chave e encaminhou-se para o elevador. Ele permanecia calado, de cabeça erguida fitava os números dos andares acenderem e apagarem. Um por um. Carlos era calado e objetivo. Quase inatingível. Procurava problemas em todos os seus relacionamentos e muitas vezes inventava alguns. Ela sorria. Achava Carlos tão trágico chegando a ser um senhor cômico. Chegaram ao nono andar. Carlos pegou na mão de Rebeca. Apertava com muita força. Era como se caminhassem para serem fuzilados. Entraram no quarto e era lindo. Nada vulgar ou fantasioso. Tinha uma sacada com uma espreguiçadeira laranja e uma mesinha redonda feita de uma pedra branquinha. A cama era simples. Lençóis muito brancos. Travesseiros enormes e macios. Uma delícia. Enquanto Rebeca olhava tudo como uma criança Carlos permanecia sentado em uma poltrona. De pernas cruzadas, mãos no queixo. Analisava Rebeca. Sorrindo como nunca ela correu a sentar no colo de Carlos em busca de um beijo. Carlos a afastou. Levantou-se e se pôs atrás dela. Abraçou-a levantando a blusa em busca de seus seios. Tirou sua blusa. Ajoelhou-se em frente a ela, tirou suas sandálias e sua saia. Levantou, soltou os cabelos de Rebeca. Segurou firme sua mão e caminhou com ela até a cama. Tirou sua calcinha e olhou para Rebeca do jeito mais compreensivo do mundo. Levantou-se para abraçá-la por trás. Rebeca estava sentada na cama completamente nua. Carlos estava vestido e passava a mão pelo seu corpo desde os pés. Tocava entre suas coxas, subindo até os seios e apertava com força enquanto beijava seu pescoço com carinho e de levinho. Muito de levinho. De repente parou. Amarrou uma venda nos olhos de Rebeca. Sentou-se na poltrona bem em frente a ela e mandou que ela se masturbasse e contasse para ele em que pensava enquanto se tocava. A mesma posição de antes com um olhar de professor. Rebeca gozou enquanto contava tudo a Carlos. Ele estava excitado. Tirou do bolso um preservativo. Abaixou a calça até os joelhos. Colocou. Penetrou Rebeca e segundos depois gritava de prazer. Deitou-se ao lado dela. Apoiou a cabeça de Rebeca em seu peito e “Em breve você vai morrer”. Escorria lágrimas mas os lábios sorriam.


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sexta-feira, setembro 01, 2006

Marina

Marina acordou ao lado dele no domingo de manhã. Usava uma cueca enorme, larguíssima. Sentia asco do jeito como ele dormia e do jeito desajeitado de se vestir. Não era um homem. Um homem usaria cuecas bem apertadas pra realçar o muito ou o pouco a oferecer. No caso de Carlos, o pouco. Levantou passando com força as mãos nos braços e pernas como se limpasse uma poeira que repousava vinda de algum lugar. Amarrou os cabelos no alto com um prendedor pouco elegante e correu para o banheiro apertando com força o roupão contra o corpo. Olhou-se no espelho e limpou com violência a maquiagem borrada, analisou as marcas no pescoço já pensando em um jeito de disfarçar. Ora idealizava-o como um príncipe, ora como um carrasco e na sua mente utilizava inúmeros xingamentos que o caracterizavam bem. A verdade é que Carlos tinha os defeitos dos dois. A prepotência de um príncipe, a maldade de um carrasco. Parou de pensar bobagens e entrou na banheira. A água estava gelada. Ela nunca conseguia a temperatura ideal. Lembrou-se de quando era criança e ao preparar sozinha o banho queimou parte do pé esquerdo. Carlos a obrigava a colocar sandálias altíssimas e mostrar com orgulho a imensa cicatriz no pé. Ele a ensinava exaustivamente como sustentar um olhar de superioridade quando percebesse em alguém o olhar chocado e curioso. Percebia nos olhos das pessoas a vontade incontrolável que tinham de perguntar "Como aconteceu?". As primeiras vezes em que ouviu frases como essa foi quando conheceu Carlos e ela o odiava por obriga-la a passar por isso. Carlos tinha um objetivo na vida desde que a conhecera. "Vou te tornar uma mulher sem culpas, sem medos, sem preconceitos, sem traumas...". E falava, falava, falava. Era um tremendo idiota. Usava esse discurso com todas as mulheres feias que saía. Para Marina ele era bem maluco. Procurava mágoas em todas as mulheres e tentava ser o psicólogo delas. "Sim, ele é maluco. É isso, não preciso me preocupar com nada". Mergulhou a cabeça na água se esquecendo que não queria molhar os cabelos. Não ouviu quando Carlos entrou no banheiro e olhou para ela com o rosto mais compreensivo do mundo.

UPDATE:
Uma coisa me chamou atenção na pesquisa Verbeat.
39% dos entrevistados admitem manter/frequentar blogs em busca de relacionamentos. Eu hein!!!
http://www.verbeat.org/pesquisablogosferabrasil/

By Edu

Marina pôs-se de pé fora da banheira, obediente e querendo inclinou-se para ela - vulgo, "de quatro" - e com o rosto mais compreenssível do mundo Carlos comeu aquela bundinha.


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